Estou em crise. Meu ouvido dói, meu ombro dói, minha pressão aumentou, minha doençinha congênita tá fudendo com a minha tremedeira, massssss eu não ligo, eu sou uma sobrevivente! Estou tendo umas crises de ansiedade, uns pensamentos malucos.
Não posso beber, estou de dieta, minha cabeça dói, mas eu sou uma pessoa forte, nada abala meu humor.
Nada abala meu humor.
Absolutamente nada.
CARALHO! Ó só, maçazinha de manhã e chazinho, tá foda, só dois goles de café por dia tá foda.
ZERO de paciência. 
31 março 2009
Poliesculhambose Sistêmica
Quem escreveu? Aceito Pix at 08:17 13 comments
26 março 2009
23 março 2009
Como morrer em três passos.
E aí Cristalzinha? Como foi o final de semana???
Ah gente aquela coisa chata e monótona de sempre. Corridinha no parque, praia no sábado, leitura a noite, um pouco de estudo da bíblia, um jantar leve com os amigos, aquelas coisas.
Beijusnãomeliga.
Amy Winehouse antes do pó.
Você vai morrer daquilo que gosta.
Quem escreveu? Aceito Pix at 06:34 32 comments
21 março 2009
Se mordam
ó, só tenho uma coisa a dizer: Stra Eni veio aqui para casa.
Meeeeeeeeeeoooooooo, foooodeu.
Quem escreveu? Aceito Pix at 18:08 3 comments
20 março 2009
Aleatoriedades.
Estarei na Lapa essa noite, com JM, meu fiel escudeiro e amigo de baladas memoráveis.
Comemorando e preenchendo minha face de alcool, sendo assim vim gastar meu precioso tempo nesse blog inútil onde eu poderia usar as ferramentas do jornalismo para fazer algo útil (ler comentários no post anterior para entender).
Bebo porque é mandamento divino: A bebida é inimiga do homem, porém Deus falou para amarmos os idiotas nossos inimigos.
Aê Ana P: No dia que eu começar a jornalistar, se segura ein rs ¬¬
Quem escreveu? Aceito Pix at 08:31 10 comments
18 março 2009
Lalaudi
Meo, o poço não tem fundo 2.
Lalaudi chegou, teve uma festa de boas vindas enquanto víamos com nossos olhos brilhantes o espetáculo de... três poltronas pretas mais simples que fazer gelo.
Algumas pessoas já sentaram com uma certa reverência, eu ainda não tive oportunidade e como fiquei muito excitada com essa perspectiva ainda estou na fase das prelimines.
Para vocês terem idéia de como reverberou tal assunto por aqui, fizeram um funk no qual eu vou reproduzir abaixo:
Senta na Lalaudi
Se você foi no banheiro
E não limpou a bundinha
Não adianta vir querendo
Sentar nessa poltroninha
Não é uma simples poltrona
Se trata de um LALAUDI
Mas se duplicar sua meta
Pode sentar a vontade.
Não adianta proibir
Que o povo aqui nóis senta
Ate se não bater a meta
A meta dos 70.
Senta na lalaundi,
Senta, senta na lalaundi
Agora vc me diz que eu trabalho com um bando de desocupados, e eu tenho que te dar razão.
Ps: Estou lutando na campanha para tirar uma foto, mas nem tudo é tão simples nesse reino.
Ps2: Apenas para esclarecimentos, a ‘meta dos 70” no qual citaram é a nossa primeira meta, que é 70 mil cruzeiros.
Quem escreveu? Aceito Pix at 09:59 22 comments
14 março 2009
A esponja...
Ocultaremos a identidade da meliante para ela não se sentir muito envergonhada.
Reza uma lenda antiga, muito antiga, dos tempos de 1800 e alguma coisa sobre uma menina muito curiosa, que vamos chamar apenas de senhora dona do blog.
Senhora, muito curiosa, muito dada a novas tecnologias, resolveu que era a hora de apimentar sua vida sexual. Ela apenas se esqueceu de um detalhe, sempre foi muito azarada quando estava com boas intenções.
Pensando ela que um vibrador puro e somente poderia vir a espantar seu namorado vulgo meio marido na época, pensou em algo que vibrasse porém não tivesse o formato de um pinto que poderia vir a causar inveja e consequentemente fim do casório que estava por vir.
Na internet, antro da putaria, ela em um site de sex shop achou a solução, uma esponja vibratória. Imaginou que todos os seus problemas tinham acabado, sacou seu cartão de crétido e aguardou ansiosamente pela esponja e das noites calientes que seguiriam.
Alguns dias depois chega a esponja, senhora muito dona de si, resolveu experimentá-la em um banho, para ver como era e depois apresentá-la formalmente. Nasce aí uma história de amor entre senhora e a esponja. Uma história sem precedentes, uma história de paixão e ciúmes que acaba em tragédia.
Senhora abusa dos poderes amorosos de sua esponja de estimação, gastando seu magro salário em pilhas e baterias sem fim, banhos que nunca acabam, a conta de luz que explode no final do mês... muito ciumenta não quis apresentar a esponja ao parceiro, afinal uma paixão como essa pede muitos sacrifícios, como a fidelidade.
Até que chegou o dia, o fatídico dia. Muito stress no trabalho, senhora pensava em um sexo para relaxar, porém estava sozinha. Senhora foi tomar um banho e o banho nunca terminava, até que em uma manobra extremamente perigosa ela perde o equilíbrio e cai. E na sua queda quebra todo o Box, corta o ombro, bate com a cabeça na privada e tem um ataque convulsivo de.... riso. Quem a encontra nesse estado lastimável? Seu namorado, que finge nada entender quando senhora mente descaradamente dizendo que teve um princípio de desmaio.
Mas uma relação de paixão como essa não podia terminar por um simples acidente que quase mata. Senhora pensou em vingança, mas não conseguia largar seus banhos relaxantes. Até que o pior, o inimaginável, o inenarrável aconteceu.... Senhora conseguiu afogar sua paixão. Ela não sabe até hoje como isso aconteceu, ela nega que tenha sido proposital.
Diante do cadáver inerte, senhora não imagina como pode trazer vida aquele pobre coração vibratório, pensa em levar no homem conserta tudo, mas se detém diante das explicações que teria que dar. A autópsia disse que foi estafa. Talvez até um ataque do coração...
Senhora nunca mais quis saber de outra esponja, jurou fidelidade a sua amada. Se tornou uma alcoólatra, vive a margem da sociedade onde tem um trabalho que sequer pode sentar na poltrona devido ao seu passado sujo e nebuloso.
E nos bares da vida, se embebeda, lembrando a paixão abruptamente terminada. Quando chega em casa bêbada e sofrida, vai para o banho, onde chora as lembranças de um amor perdido.
Quem escreveu? Aceito Pix at 19:29 30 comments
13 março 2009
Tenho muito orgulho... desse grande... ãhn.
Ó, eu gosto muito do meu blog, mas muito mesmo. Não porque ele é meu, porque minha barriga é minha e nem por isso eu gosto dela.
Eu tenho alguns seguidores, alguns mils de visitas e impressionantemente alguns leitores fiéis. Cara, muito melhor que amigos, cervejas, é saber que alguém me deu atenção de GRAÇA. DE GRAÇA. E caralho, melhor notícia, algumas pessoas elogiaram o meu trabalho, (trabalho?).
Eu me orgulho de ser uma pessoa que veio do nada e hoje não tem porra nenhuma. Eu me orgulho de saber que cheguei ao poder sem conluios, sem alianças, sem chupar pau de blogueiro famoso.
Me orgulho de saber que tornei algumas pessoas alcoolatras melhores/paulocoelho.
Gentem, cês num tem noção, eu recebi e-mail do estrangeiro falando do meu blog, recebi presentes, (recebi?), e o melhor é o amor do meu público.
Faço isso não por dinheiro e nem por reconhecimento (porque essa porra nunca me deu nem um nem outra), faço por amor ao meu público fiel.
Você querido leitor,que quando comenta me dá ímpetos de gritar de tanta alegria, de beijar o português da padaria.
Eu construi esse império com o meu talento e com a ajuda de vocês, hoje sou conhecida como um gênio da comunicação.
Estou em um projeto que não posso dar detlahes (rá) que englobará todos os meus textos e reunidos com Verísismo (meu chapa) para publicarmos conjuntamente juntos de ambas as duas partes um livro de crônicas, claro que deixarei ele assinar algumas para não ficar com todos os créditos afinal, a humildade é um dos pontos mais tocantes da minha personalidade.
Consegui parcerias (consegui?) e hoje posso me orgulhar de ter um blog que não tem layout nem banner, muito menos conteúdo, mas é um sucesso de crítica e público.
As imagens que eu gentilmente roubo de outros lugares encaixam perfeitamente nas minhas narrativas.
Minhas amigas bêbadas ficam muito felizes em aparecer por aqui, por isso elas imploram que eu coloque o nome verdadeiro delas.
Meu macaco de estimação não aguenta mais ser chamado para o Globo Reporter.
But, eu gosto muito disso daqui e me orgulho de verdade de ter feito uma coisa sem nexo ter dado certo. Ou não.
Agradeço a vocês, meus leitores, pela graça alcançada. 
Quem escreveu? Aceito Pix at 06:55 33 comments
12 março 2009
Meu, morri 2
O poço não tem fundo.
Tentando eu assimilar a história do sofá que eu já narrei abaixo, uma pessoa que trabalha comigo falou que não ia ser um simples sofá e sim um Lalaudi.
Que porra de Lalaudi é esse? É um carro? É de comer? É de vestir?
Fiquei pensando que esse lalaudi deve ser muito chique e tals, eu como favelada não ia saber.
Depois venho descobrir que.... é UMA LOUNGE!!!!!
Pára tudo. Sério.
Olha é foda. Quando eu digo que é foda, é foda.
Quem escreveu? Aceito Pix at 02:44 14 comments
11 março 2009
Meu, morri.
Gente, trabalhar em um lugar bizarro dá em cada história que vou te falar.
Aconteceu a bizarrice mór, aquela que me fez ter certeza que o ser humano nunca deixa de se superar.
Os diretores e o pessoal da pica grossa estão vindo, por isso muitas coisas estão reformando e outras embelezando.
Pô, legal... melhorias.
Niqui eu soube que serão comprados sofás e sei lá mais o que para a empresa. Legal isso né?
Rá.
Ráaaaaaaaaaaaaaaaaa.
Somos avisados em reunião que não poderemos sentar nelas. É o pessoal do “comercial” principalmente.
Ganha um doce para quem acertar qual o setor que eu trabalho.
Pausa dramática para assimilar a informação.
Como assim Bial? Por acaso meu cu está sujo? É porque.... eu sou gorda?
Como assim se proíbe um setor de sentar nos sofás da empresa? Esses sofás são Luiz XV? Foi dos Romanov? É alguma relíquia de família?
Como assim meo Deols???? Eu estou vivendo na Matrix e ninguém me avisou? Gente, eu estou ESTUPEFADA, cai no chão tremendo e babando diante dessa informação.
Acho que eu nunca quis tanto sentar em um sofá! Eu passo por sofás nas Casas Bahia e eles me olham inquisitivos.
Daqui a pouco vão nos obrigar a beber água da privada e sei lá. Cara, isso tudo é temporário, eu sei, mas é tão surreal que eu não sei como lidar com essa situação.
Meu cérebro de contraventora vai querer sentar a TODO CUSTO nesse sofá, estou prevendo uma grande crise na minha vida se eu não conseguir essa façanha.
Cara, se eu tivesse uma câmera, juro que eu ia fazer uma campanha para sentar e tirar uma foto.
Daqui a pouco terá uma campanha com camiseta “Eu sentei no sofá da empresa!”
Estou impelida a subir no organograma da empresa por somente um motivo: SENTAR NA PORRA DO SOFÁ NOVO.
Quem escreveu? Aceito Pix at 10:06 17 comments
Meus amigos
Eu tenho os melhores amigos que uma pessoa pode ter. Sério. Meus amigos são engraçados, eles tentam cuidar de mim como se eu fosse uma órfã afegã, trazem comida para mim no trabalho, me ligam para saber se ainda vivo, me emprestam dinheiro, cigarro, livros.
E nem eles se dão conta disso, por exemplo, estou redonda e eles trazem comida, alguns sabem quanto eu ganho e mesmo não sabendo onde eu enfio meu dinheiro, me emprestam uma merreca quando preciso. Me convidam para seus respectivos lares porque eu sou uma pessoa sozinha, mesmo sabendo que eu posso pagar um mico homérico, que vou reclamar de qualquer coisa...
Desde que minha máquina de lavar pifou, tem uma amiga se ofereceu para lavar as minhas roupa na casa dela. Nunca levei, mas é bom saber que poderia.
Eu brigo com eles, falo mal das roupas, sacaneio, mas mesmo assim eles estão lá. Deixo de ligar, esqueço os aniversário, bebo e desmaio nos seus respectivos sofás. De vez em quando eles me abandonam, chutam a minha bunda, falam mal de mim...
Não sou uma amiga exemplar, nem sei se isso existe, mas sei que não sou merecedora dos amigos que possuo. Sei que de alguma forma eu devo ser legal, porque algumas pessoas me aturam a anos.
Talvez eles pensem que eu sou tão desequilibrada que se me abandonarem de vez eu posso sei lá, virar uma mendiga, ou que meu comportamento nem é assim... tão ruim.
Quando estou mal, meus amigos me embebedam, pagam minha bebida e ainda dizem que me ama.
Meus amigos pensam em mim quando viajam, quando bebem, e quando uma merda acontece “Se Cristal tivesse aqui, ia ser do caralho”. Eu conto minhas desvantagens, sou mal educada, mas mesmo assim, eles ainda estão lá. É bom saber que estão.
Talvez meus amigos nunca saibam o quanto são importantes, mas assim... foda-se, eu sei que são.
Quem escreveu? Aceito Pix at 06:27 6 comments
10 março 2009
06 março 2009
Diário de um alcool
Ontem, eu naquela vibe sofrida, ó mundo ó azar, fui convidada para beber duas cervejas com meu cunhado que está mais fudido que eu, pois perdeu o emprego, ou seja, duas pessoas querendo afogar as suas mágoas.
A gente queria ficarmos bêbado mesmo, por isso sentamos no bar em frente ao prédio onde moro (quanto mais perto do lar, menos trabalho) e cerveja vai, cerveja vem, demoraria uma vida para sentirmos algo além de vontade de fazer xixi. Ele pede uma vodka dupla, leia-se copos até a borda de puro etanol, que nem gostamos, mágina. Pede outra, e mais outra. Eu já muito doida peço para minha irmã ir no apê pegar o restolho da garrafa de Skyy que tinha lá em casa para não gastarmos nosso patrimônio no bar.
Aí começa a verdadeira diversão.
Eu não consigo ir ao banheiro sozinha e quando volto quase caio.
Cunhado ri sem parar da história about esponja vibratória (que eu sempre sou sacaneada) – um dia eu conto ela por aqui.
Eu começo a negociar amendoins com o vendedor, usando afinal todas aquelas palestras e livros, mas eu venci porque o cara ficou com pena.
Começamos a nos desafiarmos para ver quem bebia mais e enquanto isso minha irmã se desesperava achando que íamos morrer.
Imagina a situação, ela tranqs na cerveja e eu e o marido dela brincando de quem morre mais rápido.
Eu peço para ser levada em casa, todos me ignoram, eu saio andando.
Não consigo abrir a porta e toco a campainha sem parar, porque queria fazer xixi.
Tomo um banho, coloco a camisola ao contrário e do lado do avesso.
Tento falar algo, mas não sai nada. quero comer, mas não consigo andar pela casa, me arrasto e tento fechar a janela, porque tenho neurose de que posso cair lá embaixo se eu estiver bêbada.
Vou para a cama e tento me cobrir com a toalha, pior para mim, claro a toalha venceu.
Quando acordei para trabalhar ainda estava levemente bêbada, coloquei um VESTIDO , sim um VESTIDO e vim trabalhar.
Graças a Deus não tenho ressaca e meu trabalho corre normalmente.
Agora vamos ao cunhado que no telefone me contou a parte dele:
Como estava muito quente ele na lógica bêbada acha que a melhor coisa a fazer é tirar a roupa, ele tenta ficar pelado na rua. Minha irmã o detém.
Ele vai para a casa de outro amigo FALAR UMAS VERDADES ou seja, fazer uma merda bem grande.
O resto ele não lembra e não consegui falar com minha irmã.
O mais legal disso tudo?
É que hoje tem mais. E o mais legal? Eu estou de vestido. Curto.
Quem escreveu? Aceito Pix at 07:22 15 comments
05 março 2009
Pensamentos que vão do nada para lugar algum.
Minha vida é marcada pelos meus post it em todos os lugares que eu possa colar, dentro do guarda roupas, agenda, bolsa.... e claro na minha mesa.
Antigamente eu tinha uns cinco post it no meu monitor para os assuntos mais urgentes, hoje eu tenho mais de 30. Só na minha mesa.
Fora os que eu vou escrevendo e rasgando ao longo do dia.
Eu só chego a duas conclusões: Fiquei senil e preciso me lembrar até da hora de fazer xixi ou perdi a noção de urgência.
Quando foi que tudo ficou tão urgente a ponto de eu usar cores diferentes para assuntos diferentes?
Minha agenda tem muita coisa escrita, coisas que preciso lembrar, pessoas com quem quero falar... mas nunca faço nada de interessante nos meus dias. Ou algo que realmente valha.
Isso só ilustra a falta de interesse, se eu preciso fazer tanta coisa para não esquecer é porque não vale a pena lembrar.
Não quero falar com esse ou aquele cliente, não quero ligar para o banco, não quero reuniões de follow up.
Não estou deprimida, nem triste, eu só quero que essa fase passe e eu volte a me interessar por mim, pelo meu trabalho, pelos meus livros.
Acredito que todos passem por isso, um dia, um mês... Enquanto isso eu realmente tento fazer algo, mas não sei o que fazer.
Enquanto estou tendo esses pensamentos vagos, escrevendo esse texto, do nada meu gerente cai da cadeira, quase dou um treco de rir, vou lá sacaneio, falo que está gordo e que eu invejava aquela cadeira por isso que quebrou, percebo que ainda estou aqui dentro, aquela de sempre, só meio escondida. Volto rindo e percebendo que tem coisas que jamais vão mudar, eu e minha filhadaputice e a vida me lembrando que nada é tão confuso quanto parece ser.
Quem escreveu? Aceito Pix at 07:20 10 comments
01 março 2009
Mau Humor do dia.
Vim aqui para escrever algo, mas meu humor sobe e desce como uma grande punheta sem fim.
Vou dormir.
Quem escreveu? Aceito Pix at 12:38 15 comments


